Greta Benitez: Canção Antiqüe (2013)

Greta Benitez, autora do livro Canção Antiqüe, nasceu em Curitiba, no ano de 1971. Cresceu abençoada por intensos invernos, o que a fortaleceu para procurar o encontro com as palavras. Lançou Rosas Embutidas (Edição do Autor, 1999) e Café Expresso Blackbird (Landy, 2006). Foi publicada em revistas como Oroboro, Et Cetera e Continuum (Itaú Cultural). Também está em edições eletrônicas como Zunái, Germina e Escritoras Suicidas. Recebeu diversos prêmios em vários estados do Brasil e participa da antologia Todo Começo é Involuntário – A poesia brasileira no início do século 21 (Lumme, 2010), organizada por Claudio Daniel.

 

 

Os poemas a seguir foram selecionados do livro Canção Antiqüe (Patuá, 2013).

 

 

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Sou tão velha que meus amantes já são nomes de ruas
Sou tão velha que minhas vontades já estão nuas
Sou tão velha que minhas verdades já são as suas.

Eu sou do tempo em que se fumava no cinema.

Sou tão velha que minha voz agora é boa para ler um poema.

Sou livre:
Posso fazer o que quiser que ninguém liga.

Parte de mim
Mora numa foto antiga.

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Gente de Palavra Paulistano 12 – Homenageada: Greta Benitez

Alguns registros em vídeo do sarau Gente de Palavra Paulistano 12, com homenagem à poeta Greta Benitez e lançamento da Revista Gente de Palavra 48,  organizado por Rubens Jardim e Davi Kinski no no Patuscada – Livraria, bar & café, dia 27/09/2016.

 

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